quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Barropretenses protestam em Ilhéus contra importações e queda no preço do Cacau

 

a consolidação de um movimento que vinha sendo articulado desde o último final de semana. No domingo (25), produtores realizaram um protesto com bloqueio parcial da BR-101, no distrito de Itamarati, em Ibirapitanga. Já na segunda-feira (26), uma nova mobilização foi registrada em um trecho da BA-120, no município de Nova Ibiá, também com interdição da rodovia, chamando a atenção para a crise enfrentada pelo setor cacaueiro.

Em Ilhéus, caravanas de diversos municípios chegaram ainda nas primeiras horas da manhã, reforçando o caráter regional da mobilização. Produtores de Barro Preto, Gandu, Ubaitaba, Itajuípe e Uruçuca estiveram entre os grupos mais numerosos, demonstrando insatisfação com o cenário atual e cobrando respostas efetivas das autoridades.

Os manifestantes se concentraram na Rua Rotary, no bairro Cidade Nova, em frente à Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), local estratégico escolhido para dar visibilidade às reivindicações. Durante o ato, os cacauicultores cobraram do presidente Lula, além de senadores e deputados baianos, medidas urgentes para conter a importação do cacau africano e garantir a valorização do produto nacional.

Para os produtores, a manutenção dos preços em patamares considerados baixos compromete a sustentabilidade da cadeia produtiva, afeta a renda das famílias do campo e coloca em risco uma das atividades históricas e econômicas mais importantes do Sul da Bahia. O movimento, segundo os organizadores, deve continuar até que haja um posicionamento concreto do governo federal e da bancada baiana no Congresso Nacional.CREDITO FOTO: NANDO

Cacauicultores da Cidade de Barro Preto e do Sul da Bahia realizaram, na manhã desta quarta-feira (28), uma grande manifestação na cidade de Ilhéus em protesto contra a importação de cacau vindo da África e a consequente queda no valor de venda do produto no mercado nacional. Segundo os produtores, a entrada do fruto estrangeiro tem pressionado os preços pagos ao agricultor, que nesta quarta-feira se mantiveram em R$ 240,00 a arroba.

O ato desta quarta marcou 


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