quarta-feira, 19 de julho de 2023

EURES RIBEIRO SUGERE HOMENAGEM PÓSTUMA AO PRIMEIRO-TENENTE DA PM TASSO COSTA

 


O nome do primeiro-tenente da Polícia Militar Tasso Costa pode passar a ser utilizado para designar o complexo policial de Santa Rita de Cassia. A iniciativa é do deputado Eures Ribeiro (PSD), que apresentou projeto de lei neste sentido na Assembleia Legislativa.


O parlamentar argumenta que Paulo teve papel fundamental para levar a segurança e cidadania daquela localidade, tanto por suas funções enquanto policial, bem como no seu papel social de cidadão. “Por seu papel desempenhado em sua função pública e por ter se integrado a comunidade santarritense, o primeiro-tenente recebeu o Título de Cidadão expedido pela Câmara Municipal de Santa Rita de Cássia, em 2014.


Paulo Tasso nasceu em 7 de abril de 1960, em Juazeiro. Era filho de Emilena Costa Damásio e do coronel PM José Edualdino Damásio. Ingressou nas fileiras da Polícia Militar em 11 de abril de 1979 na condição de aluno do Curso de Formação de Sargentos e ao longo dos seus quase 41 anos de serviço na PMBA, o policial atuou em diversas Unidades da Corporação, sendo estas: 3º BPM/Juazeiro; 10º BPM/Barreiras; CPR/Oeste; 83ª CIPM, prestando relevantes contribuições com pró-atividade, experiência, confiança e responsabilidade.


Em 1980 foi destacado para o município de Santa Rita de Cássia para missão humanitária no período de enchente. Em 4 de junho de 1982, tornou-se o delegado de polícia mais jovem da Bahia ao ser nomeado para a função naquela cidade.


Militar ímpar cuja história se confunde com os primórdios do 10º BPM, foi policial em uma época em que o Batalhão não dispunha dos meios necessários para fazer o policiamento ostensivo na totalidade de sua área que compreendia mais de quatro dezenas de municípios”, conta Eures.


Em março de 1997, o então sargento deixou temporariamente Santa Rita, após ser designado para o comando do pelotão de Mimoso do Oeste, atual Luís Eduardo Magalhães, em uma época em que o então distrito estava crescendo de forma vertiginosa, recebendo migrantes de várias partes do país atraídos pela pujante expansão agrícola do cerrado da Bahia. Ascom/Alba

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